domingo, 23 de outubro de 2011
Comer chocolate meio amargo pode ser um hábito saudável.
Como o chocolate atua sobre o humor? Quando o chocolate é ingerido, há liberação de endorfina e ela proporciona, de imediato, sensação de prazer. O cacau possui nutrientes como a teobromina e a feniletilamina, relacionados à melhora do estado emocional. Enquanto a teobromina estimula o sistema nervoso central, a feniletilamina atua na síntese da serotonina, um neurotransmissor imprescindível para a regulação da compulsão alimentar e ansiedade – comuns durante a tensão pré-menstrual (TPM) – e também é capaz de reduzir a sensação de dor, relaxar e até induzir ou melhorar o sono. O chocolate contém, ainda, carboidratos e triptofano, que potencializam a síntese de serotonina, outro agente de bem-estar. É preferível comer chocolate amargo? Sim, devido à maior concentração de cacau. Quanto mais cacau, menos desejo de consumir açúcar. Algumas substâncias do cacau agem no cérebro como portas que fecham os receptores que pedem açúcar. Uma porção diária de 30 gramas é ideal. Já no chocolate ao leite, os efeitos terapêuticos são menores. Leite contém alto índice glicêmico, por conta da quantidade de açúcar. Basta comer para disparar a produção de insulina, hormônio que faz o corpo armazenar mais gordura.
A alegria contagia

A felicidade é um estado durável de plenitude, satisfação e equilíbrio físico e psíquico, em que o sofrimento e a inquietude estão ausentes. Abrange uma gama de emoções ou sentimentos que vai desde o contentamento até a alegria intensa ou júbilo. A felicidade tem, ainda, o significado de bem-estar espiritual ou paz interior. Existem diferentes abordagens ao estudo da felicidade - pela filosofia, pelas religiões ou pela psicologia. O homem sempre procurou a felicidade. Filósofos e religiosos sempre se dedicaram a definir sua natureza e que tipo de comportamento ou estilo de vida levaria à felicidade plena.
A felicidade é o que os antigos gregos chamavam de eudaimonia, um termo ainda usado em ética. Para as emoções associadas à felicidade, os filósofos preferem utilizar a palavra prazer. É difícil definir, rigorosamente, a felicidade e sua medida. Investigadores em psicologia desenvolveram diferentes métodos e instrumentos, a exemplo do Questionário da Felicidade de Oxford,[1] para medir o nível de felicidade de um indivíduo. Esses métodos levam em conta fatores físicos e psicológicos, tais como envolvimento religioso ou político, estado civil, paternidade, idade, renda etc.
Domingo frio.
Nem parece que estamos na primavera. Tá um frio aqui em Aguas Claras. Brrrrrrrrrrrr. Estou aproveitando para me aquecer com chocolate quente. Beijinhos.
Cake - Williams Sonoma
Argus
Dúvidas sobre o cacau
Quem já tentou fazer um Devil's Food Cake e não chegou nem perto daquela cor linda e aveludada? Eu já e, após algumas tentativas e erros e, tambem pesquisas, cheguei a algumas informações bem interessantes. Processos diferenciados dão resultados bem diferentes. Aqui estou postando agora o resultado final. Eu testei todas as dicas e elas deram um resultado ótimo. Aqui vai:
Especial para Devil’s Food Cake
Cacau Processo Holandês ou cacau em pó alcalinizado sem açúcar:
Foi tratado com um alcalóide para neutralizar a sua acidez natural. Porque é neutro e não reage com bicarbonato de sódio, deve ser usado em receitas pedindo fermento em pó, a menos que existam outros ingredientes ácidos em quantidades suficientes sendo usados. Tem uma cor marrom-avermelhada, sabor suave, e é fácil de se dissolver em líquidos.
Cacau sem açúcar:
Tem um sabor de chocolate, enquanto o cacau elaborado pelo complexo processo holandês é mais escuro e mais suave. Seu sabor intenso o torna adequado para uso em brownies, cookies e alguns bolos de chocolate. Quando cacau natural (um ácido) é usado em receitas pedindo bicarbonato de sódio (um alcalóide), ele cria uma ação de fermento que faz com que a massa a se levantar quando colocados no forno.
Como substituir:
É importante usar o tipo de cacau especificado em uma receita, pois pode afetar o equilíbrio da receita. Se você deve substituir, use a seguinte fórmula:
Cacau, Unsweetened:
Substituir quantidades iguais de Cacau processo holandês pelo cacau sem açúcar. Deixar de fora qualquer bicarbonato de sódio pedido na receita.
Obs: 3 colheres de sopa de alfarroba em pó (Utilizada por quem não pode ou não quer comer chocolate, seja por causa da cafeína ou por causa do açúcar, tem aparência idêntica e sabor bem mais suave) mais 2 colheres de sopa de água para cada de alfarroba.
Obs: Não substitua mistura de cacau instantâneo pelo cacau sem açúcar em qualquer receita.
Cacau processo holandês
3 colheres de sopa de cacau em pó sem açúcar, mais uma pitada (1 / 8 colher de chá) de bicarbonato de sódio para cada 30 g de Cacau pelo processo holandês.
Chocolate sem açúcar, mais 01 colher de chá de bicarbonato de sódio (reduzir a gordura na receita para uma colher de sopa).
3 colheres de sopa de alfarroba em pó para cada 30 g de cacau pelo processo holandês.
Diferenças entre o cacau pelo processo holandês e cacau tradicional
O processo holandês de cacau em pó: amêndoas que foram lavadas com uma solução de potássio, para neutralizar sua acidez. Esse processo torna o cacau mais escuro e, também, pode suavizar seu sabor. A maioria das marcas de chocolate em pó na América, como Hershey's e a Nestlé, são pós de cacau tradicional. Já o tradicional é produzido através do processamento das amêndoas torradas
E de acordo com a revista Fine Cooking, “Você pode substituir o cacau em pó natural pelo de processo holandês na maioria das receitas (mas não vice-versa). Sabor e textura podem ser afetados, mas geralmente apenas em receitas que pedem para 3 / 4 xícara (75 g) ou mais. “Entretanto, quando uma receita pede-base de massa de cacau em pó natural, não usar o cacau em pó processo holandês. Para molhos e sorvetes pode se trocar um pelo outro, mas em receitas de bolos e biscoitos, eu não recomendo, pois seus resultados podem não ser os mesmos.
Cacau Processo Holandês ou cacau em pó alcalinizado sem açúcar:
Foi tratado com um alcalóide para neutralizar a sua acidez natural. Porque é neutro e não reage com bicarbonato de sódio, deve ser usado em receitas pedindo fermento em pó, a menos que existam outros ingredientes ácidos em quantidades suficientes sendo usados. Tem uma cor marrom-avermelhada, sabor suave, e é fácil de se dissolver em líquidos.
Cacau sem açúcar:
Tem um sabor de chocolate, enquanto o cacau elaborado pelo complexo processo holandês é mais escuro e mais suave. Seu sabor intenso o torna adequado para uso em brownies, cookies e alguns bolos de chocolate. Quando cacau natural (um ácido) é usado em receitas pedindo bicarbonato de sódio (um alcalóide), ele cria uma ação de fermento que faz com que a massa a se levantar quando colocados no forno.
Como substituir:
É importante usar o tipo de cacau especificado em uma receita, pois pode afetar o equilíbrio da receita. Se você deve substituir, use a seguinte fórmula:
Cacau, Unsweetened:
Substituir quantidades iguais de Cacau processo holandês pelo cacau sem açúcar. Deixar de fora qualquer bicarbonato de sódio pedido na receita.
Obs: 3 colheres de sopa de alfarroba em pó (Utilizada por quem não pode ou não quer comer chocolate, seja por causa da cafeína ou por causa do açúcar, tem aparência idêntica e sabor bem mais suave) mais 2 colheres de sopa de água para cada de alfarroba.
Obs: Não substitua mistura de cacau instantâneo pelo cacau sem açúcar em qualquer receita.
Cacau processo holandês
3 colheres de sopa de cacau em pó sem açúcar, mais uma pitada (1 / 8 colher de chá) de bicarbonato de sódio para cada 30 g de Cacau pelo processo holandês.
Chocolate sem açúcar, mais 01 colher de chá de bicarbonato de sódio (reduzir a gordura na receita para uma colher de sopa).
3 colheres de sopa de alfarroba em pó para cada 30 g de cacau pelo processo holandês.
Diferenças entre o cacau pelo processo holandês e cacau tradicional
O processo holandês de cacau em pó: amêndoas que foram lavadas com uma solução de potássio, para neutralizar sua acidez. Esse processo torna o cacau mais escuro e, também, pode suavizar seu sabor. A maioria das marcas de chocolate em pó na América, como Hershey's e a Nestlé, são pós de cacau tradicional. Já o tradicional é produzido através do processamento das amêndoas torradas
E de acordo com a revista Fine Cooking, “Você pode substituir o cacau em pó natural pelo de processo holandês na maioria das receitas (mas não vice-versa). Sabor e textura podem ser afetados, mas geralmente apenas em receitas que pedem para 3 / 4 xícara (75 g) ou mais. “Entretanto, quando uma receita pede-base de massa de cacau em pó natural, não usar o cacau em pó processo holandês. Para molhos e sorvetes pode se trocar um pelo outro, mas em receitas de bolos e biscoitos, eu não recomendo, pois seus resultados podem não ser os mesmos.
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
História da profissão de Confeiteiro
A atual atividade na confeitaria é medida por várias funções, como por exemplo, o de padeiro, sorveteiro, chocolateiro, boleiro etc. Porém possui um longo percurso até chegar o que é hoje denominado de confeiteiro.
Desenvolvimento da atividade
A atividade de confeiteiro teve a sua origem na panificação, como conseqüência do aprimoramento no período da idade média de suas técnicas de manipulação, assim como o refinamento de receitas com a adição de ingredientes como o mel, frutas secas e condimentos; antes raros ou totalmente escassos na cozinha.
Estes especialistas eram denominados como padeiros do mel. Em 1643 eles fundaram em Nuremberg, Alemanha, a fabricação do pão de mel. Além da produção de pães de mel, eles paralelamente trabalhavam com a cera, obtida da retirada dos favos de mel.
Com isso criou-se a produção de velas, quadros, e imagens de santos. Estes eram obtidos com moldes de madeira que eram esculpidos e transformados em magníficas formas que recebiam a cera derretida e depois de endurecidos eram retirados e dados os devidos acabamentos artesanais.
Estes artesanatos eram distribuídos para igrejas e residências para enfeitar altares e paredes.
Até há muito pouco tempo atrás, este ofício ainda era realizado por confeiteiros de localidades na Alemanha. Dos padeiros do mel, originou-se outra atividade denominada de padeiros do açúcar (Zuckerbäcker) e mais tarde os confeiteiros (aquele padeiro que também decora e confeita).
A profissão do confeiteiro
Os confeiteiros eram considerados os artesões do açúcar e incluídos no rol dos grandes artistas. Por esta razão eram empregados na corte de grandes nobres.
No século XVII era figura central nas festas da nobreza. Eram eles que preparavam as grandes decorações de mesa com peças no estilo barroco, tão refinadas que hoje seria muito difícil de reproduzir semelhante arte.
Inspirados na arquitetura barroca, eram reproduzidas peças e estruturas em açúcar e “tragant”, uma espécie de massa elástica feita de geléia. Com a massa de marzipan, eram esculpidas flores, frutas e animais que receberam a inspiração do estilo rococó.
A criatividade desses profissionais não era brecada por nenhuma barreira financeira, ao contrário, eram incentivados pelo estilo extravagante das cortes européias.
Desenvolveram-se assim, os confeiteiros em mestres de sua própria arte. Mestres em decoração e arquitetura de mesas de banquetes, com suas estruturas magníficas decoradas com peças açucaradas e que com corantes vegetais, refinavam e embelezavam suas criações. Estas obras não ficavam aquém de outros profissionais da arte.
Na grande maioria das vezes, eram contratados para decorar as entradas de bailes, principalmente em recepções de casamentos e batizados, como também em velórios.
A preocupação principal não era com o sabor e a qualidade dos alimentos e sim com o luxo, a elegância e principalmente mostrar toda a pompa e riqueza do contratante, gerando admiração nos convidados.
A confeitaria ficava na ponta da hierarquia da cozinha da corte, muitas vezes mais importante do que as carnes, os peixes ou mesmo as aves.
Açúcar de beterraba
Em 1747 descobriu-se que na beterraba se encontrava o mesmo teor de açúcar que na cana de açúcar. Em 1801 foi construída a primeira usina de extração de beterraba de açúcar do mundo.
A Europa podia assim, substituir o caro açúcar de cana, pelo acessível açúcar da beterraba. Assim, o profissional pôde sair das cortes e abrir seu próprio negócio.
Quase na mesma época, quantidades imensas de receitas surgiram. Na Itália apareceu o sorvete de massa, que logo foi adotado na confeitaria.
Produções dentro da cozinha da confeitaria
À partir do século XIX com a adição do açúcar da beterraba, originou-se na Europa a “cultura da fornalha”. Desta vez, a atração não era somente a arte e sua aparência majestosa, mas também a qualidade e o sabor em suas produções. Foram descobertas as massas de “biscuit”, as folhadas, os “petit fours”, massas amanteigadas, massas de amêndoas e tantas outras, que eram servidas como acompanhamento para a mais nova moda européia: o café, o chá e o chocolate quente.
No verão, os confeiteiros misturavam frutas frescas nas suas produções. No outono, eles aproveitavam as frutas maduras e as transformavam em geléias e compotas para uso durante os meses frios.
O creme de leite foi apresentado na versão do famoso creme chantilly. Inúmeros bolos foram lançados com essa delícia, uma das primeiras receitas que se tem conhecimento vem de 1895, a “Prinzregententorte”.
Confeitaria-Café
Final do século XIX, muitas confeitarias passaram a servir em seus estabelecimentos cafés, sendo conhecidos como os “Cafés e Confeitarias” muito apreciadas até hoje em Viena, pelo seu aconchego.
Eram locais que exalavam a cultura e o luxo. Eram locais, onde Freud se encontrava com Breuer para discutir as problemáticas da psicanálise, assim como compositores como Strauss e Mozart .
Com o final da Segunda Guerra Mundial, mais precisamente à partir dos anos cinqüenta, onde a população melhorava seu estilo de vida destruído durante a guerra, houve um aumento considerável de estabelecimentos comerciais impulsionados pela procura de produtos cada vez mais finos e elaborados.
Recentemente o ramo da confeitaria, começou a se preocupar com a saúde e bem estar do seu consumidor, procurando adequar aos seus produtos um conceito de doces com menor teor de açúcar e gorduras, como produtos diet e lights.
A beleza está em se tratar de uma profissão onde o profissional está constantemente em processo de criação e o seu maior mérito é justamente ver estampado nos rostos a satisfação do seu cliente.
Desenvolvimento da atividade
A atividade de confeiteiro teve a sua origem na panificação, como conseqüência do aprimoramento no período da idade média de suas técnicas de manipulação, assim como o refinamento de receitas com a adição de ingredientes como o mel, frutas secas e condimentos; antes raros ou totalmente escassos na cozinha.
Estes especialistas eram denominados como padeiros do mel. Em 1643 eles fundaram em Nuremberg, Alemanha, a fabricação do pão de mel. Além da produção de pães de mel, eles paralelamente trabalhavam com a cera, obtida da retirada dos favos de mel.
Com isso criou-se a produção de velas, quadros, e imagens de santos. Estes eram obtidos com moldes de madeira que eram esculpidos e transformados em magníficas formas que recebiam a cera derretida e depois de endurecidos eram retirados e dados os devidos acabamentos artesanais.
Estes artesanatos eram distribuídos para igrejas e residências para enfeitar altares e paredes.
Até há muito pouco tempo atrás, este ofício ainda era realizado por confeiteiros de localidades na Alemanha. Dos padeiros do mel, originou-se outra atividade denominada de padeiros do açúcar (Zuckerbäcker) e mais tarde os confeiteiros (aquele padeiro que também decora e confeita).
A profissão do confeiteiro
Os confeiteiros eram considerados os artesões do açúcar e incluídos no rol dos grandes artistas. Por esta razão eram empregados na corte de grandes nobres.
No século XVII era figura central nas festas da nobreza. Eram eles que preparavam as grandes decorações de mesa com peças no estilo barroco, tão refinadas que hoje seria muito difícil de reproduzir semelhante arte.
Inspirados na arquitetura barroca, eram reproduzidas peças e estruturas em açúcar e “tragant”, uma espécie de massa elástica feita de geléia. Com a massa de marzipan, eram esculpidas flores, frutas e animais que receberam a inspiração do estilo rococó.
A criatividade desses profissionais não era brecada por nenhuma barreira financeira, ao contrário, eram incentivados pelo estilo extravagante das cortes européias.
Desenvolveram-se assim, os confeiteiros em mestres de sua própria arte. Mestres em decoração e arquitetura de mesas de banquetes, com suas estruturas magníficas decoradas com peças açucaradas e que com corantes vegetais, refinavam e embelezavam suas criações. Estas obras não ficavam aquém de outros profissionais da arte.
Na grande maioria das vezes, eram contratados para decorar as entradas de bailes, principalmente em recepções de casamentos e batizados, como também em velórios.
A preocupação principal não era com o sabor e a qualidade dos alimentos e sim com o luxo, a elegância e principalmente mostrar toda a pompa e riqueza do contratante, gerando admiração nos convidados.
A confeitaria ficava na ponta da hierarquia da cozinha da corte, muitas vezes mais importante do que as carnes, os peixes ou mesmo as aves.
Açúcar de beterraba
Em 1747 descobriu-se que na beterraba se encontrava o mesmo teor de açúcar que na cana de açúcar. Em 1801 foi construída a primeira usina de extração de beterraba de açúcar do mundo.
A Europa podia assim, substituir o caro açúcar de cana, pelo acessível açúcar da beterraba. Assim, o profissional pôde sair das cortes e abrir seu próprio negócio.
Quase na mesma época, quantidades imensas de receitas surgiram. Na Itália apareceu o sorvete de massa, que logo foi adotado na confeitaria.
Produções dentro da cozinha da confeitaria
À partir do século XIX com a adição do açúcar da beterraba, originou-se na Europa a “cultura da fornalha”. Desta vez, a atração não era somente a arte e sua aparência majestosa, mas também a qualidade e o sabor em suas produções. Foram descobertas as massas de “biscuit”, as folhadas, os “petit fours”, massas amanteigadas, massas de amêndoas e tantas outras, que eram servidas como acompanhamento para a mais nova moda européia: o café, o chá e o chocolate quente.
No verão, os confeiteiros misturavam frutas frescas nas suas produções. No outono, eles aproveitavam as frutas maduras e as transformavam em geléias e compotas para uso durante os meses frios.
O creme de leite foi apresentado na versão do famoso creme chantilly. Inúmeros bolos foram lançados com essa delícia, uma das primeiras receitas que se tem conhecimento vem de 1895, a “Prinzregententorte”.
Confeitaria-Café
Final do século XIX, muitas confeitarias passaram a servir em seus estabelecimentos cafés, sendo conhecidos como os “Cafés e Confeitarias” muito apreciadas até hoje em Viena, pelo seu aconchego.
Eram locais que exalavam a cultura e o luxo. Eram locais, onde Freud se encontrava com Breuer para discutir as problemáticas da psicanálise, assim como compositores como Strauss e Mozart .
Com o final da Segunda Guerra Mundial, mais precisamente à partir dos anos cinqüenta, onde a população melhorava seu estilo de vida destruído durante a guerra, houve um aumento considerável de estabelecimentos comerciais impulsionados pela procura de produtos cada vez mais finos e elaborados.
Recentemente o ramo da confeitaria, começou a se preocupar com a saúde e bem estar do seu consumidor, procurando adequar aos seus produtos um conceito de doces com menor teor de açúcar e gorduras, como produtos diet e lights.
A beleza está em se tratar de uma profissão onde o profissional está constantemente em processo de criação e o seu maior mérito é justamente ver estampado nos rostos a satisfação do seu cliente.
O início
Tem tempo já que criei o blog, mas hoje é o primeiro dia que posto alguma coisa. Penei viu? É mais fácil fazer modelagem em açúcar. Sou do mato mesmo, como dizem meus filhos. Mas, enfim, consegui. Descobri que a maior parte dos meus trabalhos, salvos no decorrer do tempo estão perdidos em um HD que está perdido por conta de alguns vírus. (herança da minha filha BB). Estou tentando recuperar, torçam por mim. Tenho trabalhos maravilhosos lá. Agora, vou alio trabalhar um pouco. Até mais.
"Boa parte do que há de melhor em nós está ligado ao amor de nossa família. Que arruína a medida de nossa estabilidade. Por que ela mede nosso sentido de lealdade."
"Boa parte do que há de melhor em nós está ligado ao amor de nossa família. Que arruína a medida de nossa estabilidade. Por que ela mede nosso sentido de lealdade."
Bolo Fundo do Mar
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